sábado, 2 de julho de 2011

Emanuel, Deus conosco!



Em novembro de 2000, enquanto lia o 1º Capítulo de Mateus, que relata sobre o nascimento de Jesus e meditava sobre este texto, ouvi claramente a voz de Deus dizer: “Você terá um filho e lhe porá o nome de Emanuel”. Naquele momento não entendi o que estava acontecendo e tão pouco se era real ou algo da minha imaginação, os dias foram passando e me esqueci deste episódio.




Após 30 dias descobri que estava grávida, neste exato momento me lembrei do que me acontecerá no mês anterior e entendi que aquela era a voz de Deus. O próprio Deus havia me dito a respeito de meu filho. Não tinha dúvidas, estava grávida de um menino e chamaria Emanuel.

Em 27 de Julho de 2001 ás nove horas da manhã nasce o esperado e prometido Emanuel, o Deus conosco. Emanuel trouxe alegria a nossa família. Emanuel trouxe a certeza da presença de Deus e de que tudo iria bem, afinal Deus o próprio havia prometido eu estarei com vocês. Esta promessa nos encheu de segurança, meu filho vai ser saudável, nada de mal vai acontecer a ele ou a nossa família.

Porém, toda esta segurança se desmoronou quando ao levá-lo ao pediatra para uma consulta. Ele constatou que o Emanuel estava com o baço aumentado, a princípio apenas alguns exames de sangue e para nossa tranqüilidade todos negativos. O pediatra voltou a apalpar e tranqüilizou ao dizer que havia desinchado talvez fosse reação da infecção na garganta.

Passados 30 dias ao apalpar a barriga do Emanuel, percebi que o baço permanecia aumentado. Procurei outro pediatra e este me pediu um ultrassom para confirmar o diagnóstico. O resultado foi positivo e o diagnóstico fora confirmado, Emanuel era portador de Esplenomegalia (baço aumentado). Foi a primeira vez que ouvi esta palavra, porém apesar de ouvi-la não entendia a gravidade deste que poderia ser apenas um sintoma de uma enfermidade grave. A lista de enfermidades que podem estar por detrás de uma simples Esplenomegalia é enorme e a maioria me fora relatada naquele momento.

Ao sair daquele consultório estava transtornada, sem saber o que fazer ou mesmo o que estava acontecendo e para piorar a incerteza do que estava por vir. A alegria dera lugar a tristeza, a segurança de que Deus estava conosco dera lugar as dúvidas e questionamentos. Aquele resultado havia me tirado o chão. Começamos uma longa caminhada. Em Carangola realizamos vários exames. Enquanto aguardava os resultados muitas lágrimas eu me sentia abandonada por Deus. Enfim, os resultados chegaram todos negativos, mas ainda não estava este era apenas o começo, fomos encaminhados para um hematologista em Juiz de Fora.

Em Juiz de Fora, pesquisas e exames foram realizados todos, para o nosso alívio negativo. Em Carangola mais sangue foram coletados, e lâminas foram enviadas para o próprio médico examinar, para a Glória de Deus e para a nossa tranqüilidade todos negativos. Esta nossa caminhada até Juiz de Fora se seguiram por três anos, enfim o médico nos liberou,pediu apenas que fosse realizados exames de rotina uma vez por ano, ordem que seguimos restritamente até o dia de hoje.

Para nós este foi apenas um período de grande tempestade, mas que Deus acalmara. Ele estava conosco nesta tempestade e estava cumprindo a sua promessa, estava conosco nos livrando e guardando de todo mal.

Era um tempo de conquista, Deus estava conosco como prometera. Emanuel apesar da esplenomegalia era uma criança normal. Desde que o hematologista nos liberou passaram-se aproximadamente 3 anos e meio. Emanuel falava, corria, brincava, jogava vídeo-game, andava e estudava. Estava desenvolvendo normalmente suas funções motoras e intelectuais, o tempo de cantar chegou, estava tudo na mais perfeita ordem e podíamos respirar aliviados.

Foi quando comecei a percebei algumas mudanças nele. Não brincava mais e não jogava vídeo-game, só queria assistir televisão. Lembro-me que fomos à praia e o máximo que conseguíamos segurá-lo lá era uns 40 minutos e queria voltar para a TV. Na escola começou a desenvolver dificuldade para o aprendizado, após muitas reclamações na escola e confirmação da professora particular levei-o ao neuro. Realizamos o eletro e o diagnóstico foi TDHA. Iniciamos então o tratamento com Ritalina.

Na escola no decorrer do ano letivo apesar das dificuldades estava devolvendo bem. Em Agsoto de 2008 notamos um problema na fala. Emanuel agora estava com muitas dificuldades para falar. O neuro disse ser normal “Vamos cuidar de seu filho”. Então acreditei.
No dia 3 de Novembro aconteceu algo que para mim foi inesperado, Emanuel teve a sua primeira crise epilética. Não podia acreditar que aquilo estava acontecendo. Fomos ao mesmo neuro. Realizamos Tumografia, Ressonância e Eletro, apenas o último dera reações epiléticas.

Os dias foram passando e as crises foram aumentando apesar do medicamento que não fazia efeito algum. Neste momento a pergunta: Onde está o Deus Emanuel? Não havia respostas. O Emanuel tinha várias crises por dia, 7 ou 8 diariamente. Não podia ir mais para a escola, ou quando ia eu tinha que buscá-lo no pronto socorro porque cairá na escola por contas das crises. Junto com as crises vieram as perdas motoras e intelectuais, Emanuel não é mais a mesma criança.

A nossa busca por um diagnóstico tem sido incessante. Muitos neuros foram procurados, psiquiatras, muitos outros exames foram realizados e nem uma resposta até o momento. Todas as portas estão fechadas. A enfermidade de meu filho Emanuel é uma incógnita.

Este ano Emanuel está completando 10 anos as crises diminuíram, mas não foram controladas. A busca por respostas e por uma cura continua. A nossa rotina é cansantiva. Ele é uma criança agitada, precisa de cuidados e terapias. Ele faz terapias semanais com fonoaudióloga, psicopedagoga e fisioterapeuta. Não tem sido fácil para nós.

E o Deus Emanuel? Onde se encontra? Um dia desses lembrei-me da passagem em que Jesus estava no barco com os seus discípulos e sobreveio uma grande tempestade, os discípulos ficaram atônitos, desesperados e pensaram que seriam destruídos por aquela tempestade.

Jesus estava presente e a tempestade veio assim mesmo. O que temos passado com o Emanuel assemelha-se a uma grande tormenta. Nos deixou atônitos, desesperados e perplexos e pensamos que Deus nos abandonou em meio a esta tormenta, e perguntamos onde está Deus?

Atualmente, sou pastora da Igreja Metodista, e em meio a esta durbulência consegui me formar em Teologia pela UMESP. Estou servindo a Igreja Metodista em Lacerdina e o faço com muita alegria, pois amo a Deus acima de todas as coisas, eu louvarei não importa as circunstâncias.

O problema ainda existe, porém hoje posso dizer com toda certeza “Deus está conosco”. Não digo por que sou pastora, mas por que tenho experimentado o Deus presente. Ele tem me fortalecido em meio às lutas. Deus me feito tirar forças em meio às fraquezas. Sinto Deus a cada instante e sei que Ele no seu KAIRÓS(tempo) se levantará.

A minha preocupação é com ensinos teologicos da atualidade quando muitos pastores (as) pregam um evangelho sem lutas. Aquele que permanece em Cristo esse dá muito fruto, disse certo pregador televisivo um dia desses citando o texto de João 15.4. De acordo com ele o que permanece em Jesus não pode ter lutas apenas vitórias. Os frutos que devem produzir são de prosperidade. Que diríamos da vida do apóstolo Paulo quando declara “Tudo posso naquele que me fortalece”. Posso passar por bonança e por escassez. Tanto sei ser humilhado quanto sei ser exaltado. Será que Paulo não passava por lutas e não morreu com um espinho na carne.

Que diríamos, pois de Jesus e seu ministério. Ele disse “No mundo tereis aflições, tende bom ânimo eu venci o mundo”. E os demais apóstolos? Foram presos, açoitados, perseguidos, lançados as arenas para serem comidos por leões. E a igreja primitiva quantos mártires?
O Deus que servimos é o mesmo ontem e hoje. Ele é o Deus do impossível. O que não é possível aos homens é possível a Deus. Porém não devemos esquecer que Deus é soberano, e nos somos seus servos e temos que estar dispostos a cumprir a sua vontade, Ele tem os seus meios e métodos.

Deus está conosco como nos prometeu. Tem estado presente em meio fogo e não permite que nenhuma chama arda em nós. Tem estado presente em meio às turbulentas águas, mas a sua mão tem sempre nos trago a tona para respirar. No deserto nos prove o necessário para a caminhada. Este é o Deus Emanuel, Deus presente, Deus bem perto que tem se revelado a nós diante de cada novo desafio.

Pra. Lussanda Moreira

sábado, 12 de março de 2011

Sete passos para a vitória

Sete passos para a vitória

A nação de israel escravizada é ouvida por em seu clamor. Moisés é enviado para ser libertador. Então começa a jornada desde o Egito, pelo deserto até chegar em Canaã. Este ´um tema de campanha de oração que utilizei em minha igreja local. Campanha é momento em que a igreja busca a Deus, por utilizo também como um recurso pedagógico. Abaixo relacionei alguns passos da jornada da Nação de Israel relacionando-os com os passos da nossa jornada rumo da nossa Canaã Celestial. Uma caminhada decisiva, com a a certeza da presença de Deus. Uma caminhada de confronto, de fé, de fortalecimento espiritual e mesmo com erros temos a oportunidade de recomeçar e alcançar o que desejamos.

1. GOSÉN:

Era a terra em que o povo de Israel habitava e estava sendo escravizado no Egito. De a Baal-Zefom era o primeiro passo em sua longa jornada a sua vitória Canaã.
Atitudes que possibilitem o alcance a vitória:
Oração: O povo sentindo a dor da opressão clama a Deus. Ex 2.23-25; 3.7-9. A oração é o meio pelo qual buscamos a Deus pedindo a sua vitória.
Decisão: o povo apesar de desejar a libertação e sentir oprimido estava em dúvidas.
Ação: Deus disse a Moises: “por que clamas a mim. Diga ao povo que marche”. A nossa caminhada requer muita oração, mas também precisamos ter ação. Deus desafia o povo de Israel a marchar. Não pare, pois não somos dos que retrocedem. 14.15;

2. MARA E ELIM

Provar a graça de Deus no deserto:
Mara nos fala de prova, tribulações e dificuldades, mas graças a Deus que sempre há um Caminho em meio às dificuldades pelo qual Ele nos conduz e onde podemos descansar n’Ele, sentindo o refrigério da Sua presença.Ex 15. 22-25

Após uma caminhada longa desde o Egito e o encontro com as águas de Mara o povo estava cansado. Deus prepara para o povo um Oásis e eles teriam a oportunidade de renovar as suas forças para a caminha. Em meio as lutas, Deus sempre nos leva as águas de descanso. Mas Elim não era o lugar definitivo. Elim não era Canaã. Porque para o povo de Israel Elim significou repouso, desfrute; significou poder conhecer uma medida da graça de Deus, mesmo no deserto. Ex 15.27


3. DESERTO DE SIM E REFIDIM:

Confronto e superação:

Um ambiente vasto e hostil em que só havia areia e pedra. Este espaço estéril foi lugar do poder de Deus. Foi o local em que o povo teve fome e recebeu maná. Teve sede e recebeu água. Sim e refidim representam descrença e a murmuração, atitude típica das pessoas que não confiam em Deus. Ex: 16.1; 13-15; 17. 1; 5-6; 9-13
Aqui houve grande murmuração por causa da falta do pão e da água. O povo questionou: Deus está no nosso meio? Aqui foi onde o povo confrontou consigo mesmo e com a sua fé. Apesar dos questionamentos comprovaram a veracidade da bondade e do poder de Deus.
Deus proveu milagrosamente, água e alimentos para os israelitas no deserto. No deserto de sim, o Senhor lhes deu o maná (cap. 16). Em Refidim, lhes tirou água da rocha (17 1-7).





4. MONTE SINAI:

Preparação Espiritual:

Após a sua experiência em Sim e Refidim, o povo tem uma nova oportunidade, ter uma visão clara de Deus e sua vontade.
Sinai: Onde Deus concedeu as leis: Os Dez mandamentos e também as outras Leis para uma vida íntegra. Deus estava formando uma nação Santa. Jesus ( Mateus 5) também escolheu o monte para ensinar o seu povo. Ele ensinou que são atitudes e não altitude era a chave para obter uma visão clara de Deus e de sua vontade. (Nm 10. 11-12).

5. DESERTO DE PARÃ

Manter a visão:
• Em meio aos desafios manter a visão do futuro preferível de Deus para nós; Nm -13;
• Desafio: não permitir que uma nova geração conquiste o que era para você!!!!


Do deserto de Parã ou Cardes, Moisés enviou 12 líderes de Israel para espiar a terra que Deus tinha prometido a eles. Eles subiram e espiaram a terra durante 40 dias. Voltaram ao acampamento e afirmaram que a terra era muito rica, como Deus prometeu. Falaram também das cidades bem fortificadas e dos homens gigantes. Em tudo isso, eles relataram os fatos. As evidências sugerem que existiam naquela região homens maiores do que Golias (veja Números 13:22,28,33; 1 Samuel 17:4 e Deuteronômio 3:11). O problema com o relatório dos espiões não foi nos fatos que comunicaram, mas sim nas conclusões às quais dez deles chegaram. Eles sentiram-se como gafanhotos fracos na presença de guerreiros fortes. Podemos até concordar com a afirmação deles: “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os israelitas não eram guerreiros (tinham saído recentemente da escravidão egípcia) e não eram fortes como os cananeus. O problema é que eles esqueceram de Deus. Sozinhos, os israelitas jamais tomariam posse da terra. Mas Deus Todo-Poderoso já tinha prometido dá-la aos descendentes de Abraão.

6. CADES

• Oportunidade para recomeçar: Nm 20

Ao se passarem 40 anos após o êxodo do Egito e 37 anos desde a primeira missão dos espias na terra prometida. O povo retorna a Cades Barnéia no deserto de Parã, agora estavam prontos para um novo começo.
Cades foi o Oásis onde o povo permaneceu maior parte do tempo. Os mais novos aprenderam que deviam obedecer a Deus e guardassem seus mandamentos e não fossem como seus pais desobedientes, incrédulos, murmuradores e infiéis. Deus estava ensinando a importância de uma fé consistente.
Se Cades foi o lugar onde os Israelitas passaram a maior parte do tempo, pode-se concluir que foi o lugar em que Deus os estava ensinando, tratando, moldando para adentrarem a terra prometida. Lembre-se Deus sempre está pronto a nos dar uma nova chance.
Sem fé impossível agradar a Deus!!!!

7. GILGAL

• Com os pés em Canaã. O que fazer?
Renovar a aliança
Construir um memorial

Após atravessarem o Rio Jordão, e pisarem em Canaã os Israelitas acamparam em Gilgal, onde renovaram o seu compromisso com Deus e celebraram a páscoa, a libertação do Egito.
Quando Josué conduziu o povo para a terra prometida, eles construíram um memorial em Gilgal (Josué 4:19-20). No mesmo lugar, os filhos de Israel foram circuncidados para mostrar que estavam deixando para trás toda a influência corrupta do Egito (Josué 5:1-9). O povo ficou em Gilgal para celebrar a primeira Páscoa na nova terra (Josué 5:10), e mais tarde vieram juntos a esse lugar para dividir a terra que Deus lhes havia dado (Josué 14:6). Gilgal, como Betel, representava a presença de Deus entre os israelitas. Gilgal é o lugar da Aliança.
O memorial construído com 12 pedras deveria ser uma constante lembrança do dia em que os Israelitas cruzaram o Jordão em solo seco. Josué 4

quinta-feira, 10 de março de 2011

Exemplo de vida !



Esse rapaz é um exemplo de superação. Nasceu sem os braços mas conseguiu conquistar os seus sonhos. Acreditou em si, em sua capacidade de superação e mudou a sua história. Lembro-me de Mefibosete que aos 5 anos de idade ficou coxo, orfão , perdeu a sua posição de príncipe e seus bens. Anos se passaram e quando o rei o convidou para ir a sua presença, não duvidou foi ao seu encontro, acreditando que o rei o chamara por que sabia da sua importância. O Rei acreditou em Mefibosete e ele também acreditou em si e em sua capacidade. Você pode! Você consegue! Você é capaz! O Rei dos Reis acredita em você! Lute e vença!

Revda. Lussandra de Matos Moreira.
Tema: Uma mulher chamada Abgail

Texto: 1 Samuel 25


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Desde então a mulher tem conquistado o seu espaço, sua liberdade, respeito e valorização.
A Bíblia relata a história de uma mulher chamada Abgail, uma simples dona de casa. Na época em que vivia a mulher não era valorizada e tão pouco tinha algum direito. Ela tinha como esposo Nabal, conhecido por sua loucura. A história de Abgail nos descreve as sua atitude diante de um ato insano de seu marido Nabal que nega dar alimento aos servos de Davi. Vendo Abgail que o ato de seu marido causariam danos a sua casa se levantou e em lugar de seu marido vai a presença de Davi,oferece os presentes e pede perdão por seu marido e colocando-se como culpada de toda aquela situação.
Vemos que Abgail obteve uma conquista, livra a sua vida, a de seu marido, todos os de sua casa e com isto evita também que Davi se torne um assassino.
Atualmente as mulheres têm alcançado várias conquistas e posições de lideranças na sociedade, mas temo que as mulheres percam o que é mais importante, seu espaço significativo em família. Nota-se que o número de jovens fazendo uso de drogas ilícitas aumenta gradativamente. Jovens e Juvenis no mundo do crime também. O divórcio tem si tornado comum por inúmeras causas.
A família é importante e merece que lutemos por ela. Abagail mesmo tendo um marido néscio e não sendo respeitada lutou por sua casa. As mulheres têm muito que conquistar, mas não devem esquecer-se do principal a sua família, pois a família é base da sociedade. O que as mulheres fazem em sua casa, como agem com seu marido e como agem com seus filhos, irá refletir na sociedade a qual ela deseja tanto ter seu espaço.
Por isso destacamos três qualidades de Abgail que como mulheres devemos ter e colocá-las em prática em nossa casa.
1. Tinha prioridade: O texto deixa claro que a prioridade de Abgail era sua família. Tinha prioridade, porém a sua prioridade estava condicionada a vontade de Deus e não a sua própria vontade. A sua prioridade não o esposo, mas cumprir o papel de uma mulher sabia. Ela compreendia o que era realmente importante e que deveria estar em primeiro em lugar em sua vida. Qual tem sido a sua prioridade mulher? Agradar seu marido, mesmo quando as suas ações são contrárias a palavra de Deus? Trabalhar muito e não dedicar tempo para seu filho/a? A vida financeira?


2. Uma mulher sábia v. 18-19: rapidamente, decidiu como deveria salvar a sua família e seus servos; Abgail não agiu da mesma forma que Nabal “o louco”, mas com grande sabedoria e prudência. “A mulher sábia edifica a casa”. Sabendo disso Abgail age com sabedoria e vai ao encontro de Davi e oferece alimento e se humilha e pede perdão.


3. Conselheira v.29 e 33: Uma conselheira para Davi e para Nabal também. Talvez Nabal não atendesse seus conselhos, mas certamente ele os dava. Porém Davi se prontificou a ouvi-la e percebeu que o que iria fazer ia gerar sérias conseqüências para a sua visa e reinado. O papel da mulher é abrandar a ira do marido, mostrando a ele as conseqüências de sua atitude para que se arrependa e não suscitar a sua ira.

Conclusão
Deus tem desafiado as mulheres do século XXI a serem como Abgail. Uma mulher que deseja a sua liberdade e conquistar seu espaço, mas nunca se esqueceu do primordial o seu papel dentro de sua família. De que adianta obter posições e perder o filho para o “mundo”, ou ter o fim de sua união conjugal? Lembre-se Abgail tinha prioridade: a sua família e agiu com grande sabedoria para guardá-la.

domingo, 12 de setembro de 2010

Quem não foi adolescente atire a primeira pedra!


É comum ouvimos pais e líderes reclamando dos adolescentes. Alguns concordam e repetem a frase: “todo adolescente é aborrecente”. É verdade que eles mudam de humor de uma hora para outra, que são capazes de passar o dia inteiro trancados no quarto. Acham que o mundo vai acabar porque foi proibido de sair, sentem-se aptos a tomar as suas próprias decisões e falam o que pensam. "Esse tipo de comportamento é normal da idade, por mais que nós, adultos, achemos que não. É difícil entendê-los, mas quem não foi adolescente que atire a primeira pedra.
Precisamos entender que ser adolescente é estar em transição. É nesta fase que constroem os fundamentos que o ajudarão na escolha da sua profissão, do conjugue, amigo e religião. Eles precisam do nosso amor, paciência e respeito. Os juvenis fazem parte da igreja, alegram os cultos com a sua presença, contagiam o culto com as suas palmas e danças. Dinamizam o culto com as peças teatrais e coreografias.
Lembremos que em 2 Reis Capítulo 5 registra que uma adolescente foi instrumento de esperança, de cura e de salvação para Naamã e Lucas testemunha que Jesus aos doze anos de idade estava entre os doutores ouvindo-os e interrogando-os. Vemos por meio desses testemunhos bíblicos que os adolescentes são verdadeiros e questionadores, mas ousados, defensores e testemunhas daquilo que crê.
Quem não conhece o menino testemunho? Quantos meninos/as testemunhos não existem em nossa igreja? Testemunham em sua casa, escola, trabalho, para os vizinhos e para os amigos? Temos que reconhecer eles tem potencial, eles são especiais.
Juvenil, obrigada por você existir e fazer parte de nossa história. Deus abençoe!

Missionária Lussandra M. Moreira

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Tempo é dinheiro

“Tempo é dinheiro”, diz o ditado popular. E esse tem sido o nosso maior desafio organizar o nosso tempo, pois afinal não podemos perder tempo. Quantas vezes não dizemos ou não nos deparamos com alguém reclamando que não tem tempo para nada. Será que é verdade o que dizem a respeito do tempo? Será que esta sendo mesmo abreviado? Afinal não vemos o tempo passar. Não percebemos o quanto nossos filhos cresceram, os dias estão mesmo voando, e a única coisa que dizemos é: não tenho tempo, não tempo, não tenho tempo.
Não é fácil encontrar tempo quando temos que trabalhar para ajudar no orçamento familiar, cuidar dos filhos, da casa, dar atenção aos cônjuges, para cuidar do físico e ainda separar um tempo para buscar a Deus em oração, para visitar alguém que esta necessitando e apoiar os trabalhos semanais da igreja .
Podemos aprender com John wesley e colocar em prática em nosso dia a dia a “Disciplina”, foi por causa desta palavra que hoje somos chamados “Metodistas”, esse nome foi dado a John wesley e aos seus companheiros do Clube Santo pelos demais estudantes da faculdade de Oxford que gritavam zombando “aí vem os metodistas”, eles tinham método, eram disciplinados, eram organizados, tinham ora para estudar, hora para orar, para ler a bíblia, para participar dos cultos etc... E hoje como temos organizado o nosso tempo? Sabe que sai perdendo em nossa má organização?
Nós, nossos familiares e a obra de Deus. Tempo para nós não é dinheiro, mas oportunidades que nos são doadas por Deus para fazer o melhor com as 24 horas diárias que ele nos concede. E que a nossa oração seja: ajuda-nos Senhor a contar os Dias e a remir o tempo.

Lussandra de Matos Moreira

sábado, 5 de junho de 2010

O que é idolatria?

A idolatria está impregnada no mundo, infelizmente comprovamos esta verdade quando assistimos televisão, especialmente novelas, em que há deuses para todos os gostos, inclusive adoração a vaca. Sendo um tema presente em nossa sociedade decidimos meditar sobre ele. Descobri que idolatria não é somente adoração de imagens, mas, sobretudo amor excessivo a coisas e pessoas colocando Deus sempre em segundo plano, ou seja, a idolatria condenada não é apenas aquela praticada a outros deuses, mas aquela que coloca qualquer coisa no lugar de Deus veja:
A palavra idolatria herda dos radicais gregos eidolon = corpo + latreia = adoração, neste caso idolatria representa mais uma adoração às aparências corporais.Segundo a língua- portuguesa idolatria é : adoração a ídolos, culto prestado ao que não é Deus e amor excessivo.
Observamos alguns tipos de idolatria presentes neste século:
• Amor ao dinheiro: I Timóteo 6.10 “Por que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”. O jovem rico pensara que amava a Deus até que Jesus lhe revelou seu ídolo e demonstrou-lhe que estava fazendo de suas posses um deus. O Jovem rico não renunciou a sua riqueza para seguir a +Jesus. Mt 19. 16

• Amor aos bens materiais: Na parábola das bodas, Jesus fala que o reino dos céus é semelhante a certo rei que celebrou as bodas de seu filho e enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, eles, porém não se importaram e se foram cada um para o seu campo, outro para seu negócio. Mt 22 1 a 13. O problema consiste em tornar os bens materiais tão importantes a ponto de transformar a devoção a Deus em algo secundário.

• Amor às pessoas: Colocar a mulher, filhos, amigos, líderes, pregadores, cantores acima de Deus é uma forma de idolatria. Ninguém nos ama mais do que o Senhor; ter esse tipo de pensamento causa decepção e desgosto. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas. Atos 10 25. 26 e I Co 1.12; 3.4,5.

• Amor ao corpo: Vivemos um momento da ditadura da beleza, homens e mulheres buscam um corpo perfeito, pois a sociedade vive em cobrança, seja magra, não tenha rugas etc. E as pessoas utilizam de todos os meios para conquistarem a beleza, plástica, botox, lipo-aspiraçao, silicone, tomam anabolizantes etc... Devemos cuidar do nosso corpo, afinal ele é templo do Espírito Santo I Co 3. 16 mas não idolatrá-lo. “Tudo é vaidade” Ec 2.11e tudo deve ser equilibrado, sem exageros.

Escrevi-vos para que saibais que estes sãos os valores presentes neste mundo, mas são contrários aos valores contidos na Bíblia e da vontade de Deus para nós. Os nossos valores são valores do reino, e o nosso desafio é continuar adorando o criador e “buscar em primeiro lugar o seu reino e a sai justiça”, até que Ele venha.

Seminarista Lussandra de Matos Moreira

quinta-feira, 3 de junho de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Jovens em missão no Lar Evangélico... levando alegria as mamães!!!!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Faça da crise uma oportunidade...

Esta é uma frase que li no classificado de um jornal esta semana. Esta frase retrata o interesse do jornal, de que em meio a grande crise mundial financeira as empresas não desistam de anunciá-las.
A crise é uma realidade. E todos estão propensos a passar por um momento de crise em sua vida, talvez não uma crise financeira como a que o mundo inteiro esta enfrentando, mas quem sabe é no casamento? No relacionamento com filho (a)? Consigo mesmo?A perda de um ente querido? Mas a pergunta é: o que fazer em meio à crise?
A crise desestabiliza, causa cansaço, desânimo, descrença, paralisa e nos desvia de nossos alvos, mas, ela também pode ser uma grande oportunidade. Foi isto que Deus bradou em meu coração quando li esta frase e ao mesmo tempo senti que era também seu desejo de transmiti-la a sua igreja.
Em tempos de crise temos a oportunidade de investir, no relacionamento conjugal, com o seu filho, investir no reino de Deus em oração e jejum. Lembra que a intenção do jornal é que as empresas continuem anunciando, ou seja, investindo. Investir (anunciar) o amor ao seu conjugue com palavras e com ações, no relacionamento com seu filho declarando o quanto ele (a) é especial, acolhendo, abraçando, acreditando, incentivando e perdoando. Pense na crise como uma enfermidade. Para obter a cura de uma enfermidade é necessário anunciar aos médicos, então ele descobrirá o problema e qual medicamento necessário para que possamos investir para que a cura aconteça. Se não investir a crise aumentará.
Deus quer nos fazer vitoriosos em nossas crises, o problema é que nós nos deixamos ser vencidos por ela. A bíblia relata histórias de homens e mulheres que fizeram da crise uma oportunidade vejamos:
Bartimeu, a mulher do fluxo de sangue, Os dez leprosos, o paralítico no tanque de Betesda, Zaqueu e outros todos superaram as suas crises e fizeram dela uma oportunidade. Anuncie, invista e terá a superação de sua crise, mas não desista!
“Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”. Albert Einsten.



Seminarista Lussandra de Matos Moreira

domingo, 2 de maio de 2010

De onde me virá o socorro?


De onde me virá o socorro?
Salmo 121

Tenho certeza que a sua resposta a esta pergunta é: de Deus. A sua resposta está correta, e é a mesma do Salmista no salmo 121.2, que observando o monte consideravelmente alto e que precisava vencer, se abate por alguns segundos e questiona de onde me virá o socorro? A sua resposta foi imediata em forma de uma declaração de fé “O meu socorro vem do Senhor”.
Quando lemos este Salmo apenas no verso 1, nos permitimos pensar em um homem que estava com a sua fé abalada diante de uma situação adversa, porém logo percebemos exatamente o contrário um homem que diante de suas adversidades, declara publicamente a sua fé em Deus. Porém não um Deus qualquer, criado por mãos de artífice que têm olhos e não vêem, têm mãos e não apalpam, têm boca, mas não falam, têm ouvidos, porém estão agravados, têm pés, mas não andam, mas o Deus que criou os Céus e a terra.
Este pode ser também o seu questionamento diante dos montes que você tem vivenciado. Monte que o faz perder noites de sono, monte que faz com lágrimas rolem sobre a sua face. Monte que traz angústia, monte que traz desesperança e desejo de desistir de viver, porém é este mesmo monte que nos confronta revelando a nós quem somos, seres humanos frágeis que necessitam da graça e misericórdia de Deus.
Não se desespere não se atemorize, não desista dos seus sonhos, de sua vida, e por fim desvie o seu olhar do monte (problema), e direcione o seu olhar acima dos montes, pois o nosso Deus habita nas alturas e é maior que o monte, afinal ELE é o criador dos céus e da terra, os montes foram criados por ELE e pode removê-los a qualquer momento.
Existem montes que podem ser removidos por nós, outros somente pelo nosso Deus. Não importa qual monte esta a sua frente atrapalhando a sua visão, apenas CONFIE que o socorro vem do SENHOR, CRIADOR DOS CÈUS E DA TERRA.

Seminarista Lussandra de Matos Moreira

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Tempo de recomeçar!!!!

Tempo de recomeçar

Gn 9 1- 19

Estamos finalizando o ano e em nosso coração o sentimento de que deixamos a desejar, começamos a fazer uma retrospectiva buscando descobrir onde erráramos e acertamos. Às vezes procuramos alguém para julgar ou lançar a culpa e pensamos o quão bom seria voltar no tempo e começar tudo de novo, tentar de alguma forma corrigir um caminho mal trilhado neste ano na esperança de assim mudar o futuro, voltar ao passado para corrigir os erros não podemos, mas podemos recomeçar.

No tempo de Noé os homens se afastaram de Deus, porém Noé permaneceu fiel a Deus e foi salvo ao entrar na Arca com a sua família. Aqueles 150 dias que Noé e sua família ficaram confinados na Arca foi um tempo de grandes conflitos a convivência não era fácil entre seres humanos e animais, houve momentos de angústias, de dúvidas, de desânimo, de medo, de erros e de acertos. Mas o que a história de Noé tem em comum conosco quando estamos às vésperas do ano novo? Quando o dilúvio cessou e as águas baixaram Noé saiu da Arca recebendo de Deus a oportunidade de recomeçar.

Deus se aliançou com Noé ao saírem da Arca, Deus mantêm sua aliança conosco ao sairmos de 2009 e entrarmos em 2010. É tempo de nos aliançarmos com ELE recomeçarmos uma vida compromissada com a sua obra. Uma vida compromissada com a família. Uma vida compromissada no trabalho secular. Aliança não se quebra.

O ano de 2010 é uma nova oportunidade que Deus nos dá de recomeçar, estamos saindo da arca para recomeçar um novo tempo. É tempo de nos redimirmos, de nos dispormos, de acertarmos, de nos concertarmos, de nos comprometermos, de perdoarmos, de testemunharmos, de nos arrependermos, de conquistarmos, de transformar, de amar, de honrar, de obedecer, de ensinar, de plantar e de colher.

Para Noé um novo e grande desafio repovoar a terra, para nós o grande despovoarmos o inferno e povoarmos o céu com almas para Jesus.

Não podemos voltar ao passado, o que podemos é agradecer a Deus por mais uma oportunidade de recomeçar e aproveitá-la, talvez seja a última. Que benção de Deus seja sobre toda a sua igreja em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Seminarista Lussandra de Matos Moreira

sábado, 3 de abril de 2010

Largata ou Borbeta? Morte ou ressurreição?




A borboleta é um inseto que alegra os jardins com a sua beleza e seu colorido. Quando a vemos não nos lembramos que anteriormente era uma lagarta feia e repugnante e que só esta assim por que fora transformada. Este estágio em que a lagarta se transforma em borboleta chama-se metamorfose e tem origem da palavra grega metamorphosis e equivale à transformação. Por isso a borboleta é também considerada um dos símbolos da páscoa porque o processo pelo qual passa (metamorfose) se parece com a história da morte e ressurreição de Jesus.

O nome hebraico para páscoa é pesah significa salto, movimento, caminhada e travessia. O NT reafirma o sentido da páscoa: Jesus morre e ressuscita, afirmando o caráter transformador deste evento.

Páscoa é transformação. A primeira páscoa no AT transformou a vida dos hebreus, a segunda no NT transformou a vida de toda humanidade.

O poder de Deus que trouxe Cristo da morte à vida, também está a nossa disposição para nos trazer da morte á vida, a fim de que possamos ser transformados e herdarmos vida e vida em abundancia.

O apóstolo Paulo diz em Romanos 12.2 que não devemos nos conformar com este século, mas sermos transformados pela renovação de nossa mente. Deus nos transformará em uma nova pessoa, mudando a nossa mente.

Páscoa é também transformação através de Jesus. O milagre aconteceu Jesus saiu do sepulcro, transformado do estágio da morte para a vida. Através de Jesus podemos também ser transformados e de um estágio de morte espiritual causado pelo pecado receber a vida de Deus, vida e vida em abundância.

Neste domingo de páscoa a paz, a alegria, a comunhão, o perdão, a santificação, o amor, a fé, a obediência, a humildade, a compaixão, o temor pode ressurgir em cada um de nós, precisamos apenas nos quebrantar diante de Jesus e pedir perdão e convida-lo para que faça morada em nosso ser para sermos transformados em nova criatura.

Nesta páscoa podemos decidir: Queremos ser Largata ou sermos transformados em Borboleta? Quremos viver para a morte ou ressurgir para Cristo?

Que possamos decidir deixar Cristo ressurgir em nós e sermos transformados de Glória em Glória !!!! Feliz Páscoa!!!!!!!

Seminarista Lussandra de Matos Moreira



Referência Bibliográfica :

Siqueira, Tércio Machado. Tirando o pó das palavra: história e Teologia. São Paulo.Cedro, 2005.

terça-feira, 2 de março de 2010

Ainda que... eu me alegrarei em ti !



Que bela declaração de fé! Habacuque o autor desta fala foi um profeta da esperança e da fé em meio a desesperança. Nos capítulos um e três, ele esta estarrecido com a violência, a injustiça, a dor, a falta de direito, da verdade e com a corrupção.
Alguma semelhança? Em pleno século XXI a situação é a mesma. Problemas sociais que afetam a sociedade, a igreja e a família. O desemprego, as enfermidades, a desigualdade social, a violência, a dependência química, a corrupção, a injustiça problemas vivenciados todos os dias pela igreja do Senhor Jesus. Este é o contexto em que estamos inseridos, não é somente os não cristãos, pois o próprio Senhor Jesus declarou: “Tenho – vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições”, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” Jo 16.33.
Existe um pensamento teológico de que o cristão não pode sofrer, ou não passa por tribulação. O que diríamos da declaração ou da própria vida e morte de Jesus?
O que Habacuque e Jesus estão dizendo é que estes problemas existem e somos propensos a obtê-los em nossa vida, “portanto ainda que a figueira não floresça, nem haja fruo na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatas do aprisco, e nos currais não haja gado... eu me alegarei em ti”. Em outras palavras:
Ainda que me falte pão não vou olhar para trás; ainda que eu perseguido não vou negar a Jesus; ainda que a minha frente existam gigantes não perderei a visão das promessas de Deus; ainda que me sobrevenham ventos e tempestades não começarei a afundar;
Pessimismo, desesperança, angústia, dor, lamento, descrença, fobia, insônia, são sentimos existentes em nossa sociedade. O nosso desafio enquanto Cristãos é sermos profetas em nosso tempo e como Habacuque espalhar esperança e fé em meio a desesperança, proclamar com palavras e que com ações que Jesus Cristo é Senhor ainda que... portanto é nele que nos alegraremos.

Seminarista Lussandra de Matos Moreira

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Não Temas!

É maravilhoso sabermos que a cada amanhecer podemos trazer a nossa memória que nós não precisamos temer. Na Bíblia a expressão “Não Temas” aparece 366 vezes uma para cada dia do ano e também para quando for o ano bissexto. Porém mesmo tendo essas informações o nosso coração se enche de medo, quando vamos passar por uma cirurgia, quando vamos fazer uma viagem, quando vamos fazer uma prova ou vestibular, quando ficamos sozinhos, quando ficamos no escuro, durante uma tempestade, tememos até o que nos acontecerá no futuro e muito mais.
Na Bíblia encontramos o medo invadindo o coração dos discípulos em João 20. 19, o coração de Jô que declarou: o que eu mais temia me sobreveio, e o que receio me acontece Jô 3.25, de Josafá que temeu ao receber a notícia de que os filhos de Moabe e Amom viriam pelejar contra ele II Crônicas 20.3, e podemos comprovar em I Reis 19. 3 o profeta Elias fugindo para Berseba também por medo. Percebemos através destas passagens que estes homens diante de uma situação de perigo, de luto e de dor sentiram medo assim como nós em situações difíceis, entretanto, enfrentaram os seus medos e saíram vencedores. O medo paralisa, faz recuar e leva a depressão, mas o que podemos fazer para vencê-los é enfrentá-los, o Senhor nos diz a cada amanhecer “Não Temas”, eu sou contigo, eu te fortaleço, eu te ajudo, eu te sustento, te tomo pela tua mão direita. O medo pode até existir, mas não pode nos fazer desistir. Coragem “ Não Temas”!
"Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo”.(Mark Twain)
Seminarista Lussandra de Matos Moreira

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?

Esta era uma pergunta do salmista a si mesmo ao recordar e reconhecer as bênçãos que lhe foram concedidas pelo Senhor. Ele inicia o salmo fazendo uma linda declaração de amor a Deus e prossegue listando o motivo de sua adoração, até que no versículo 12, ele questiona: O que darei eu ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?
Todas as vezes que participamos da Santa Ceia, fazemos uma anaminese (recordação), de seu amor incondicional para com a humanidade, amor que se consumou quando se entregou por todos nós na cruz do calvário.
Pensando no fato de que ao participarmos da Ceia estamos recordando, nos localizamos na mesma posição do Salmista, trazendo a nossa memória os maravilhosos feitos do Senhor e reconhecendo as numerosas bênçãos com que ele nos agraciou e nos agracia. A Ceia é um momento de recordação e agradecimento, mas também é um momento de reflexão, e como o salmista devemos perguntar: “ O que darei eu ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo”?
A resposta está no verso 13a “tomarei o cálice da salvação”. Segundo o costume dos judeus, nos seus sacrifícios de ações de graças, o anfitrião tomava um cálice de vinho na mão, e com palavras agradecia a Deus pelos benefícios recebidos, após passava o cálice a todos os convivas, cada um dos quais bebia dele. Nesta noite participamos do cálice da salvação, mas tomar o cálice para os judeus significava “compartilhar” deste cálice com os outros. O salmista nos ensina a termos um coração agradecimento, mas também nos desafia á um compromisso v. 13 “compartilhar”.
A Santa Ceia faz-nos recordar e agradecer como o salmista pelos benefícios recebidos, e também nos desafia a um compromisso “compartilhar”.
Compartilhar do cálice significa distribuir o que recebemos de Deus, a Salvação, este é o chamado primário da igreja o “ide” de Jesus, mas compartilhar é visitar os enfermos, os órfãos, os idosos, alimentar os famintos, a dor do próximo (causados pela peste, fome, terremotos, inundações, violência, injustiça, dependências) enfim a lista é enorme, mas são imagens que vemos todos os dias a caminho do trabalho, da escola e em nossa vizinhança e que infelizmente se tornou comum e não nos incomoda mais.
Recorde, agradeça, comprometa e COMPARTILHE !!!!!!!!
Seminarista Lussandra de Matos Moreira

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Estes são os sinais que compravam o que Jesus profetizou em seus textos bíblicos !!!

Adoradores, Jesus está voltando, vigie, comprometa-se e aguarde !!!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Criança: agente de milagres

Era uma manhã diferente, o céu estava mais azul as nuvens brancas eram como algodão, aquele era sem dúvida um dia muito especial.
Eu estava feliz afinal estava indo ao encontro do mestre, alguém muito especial e que amava as crianças. Até aquele dia não tinha visto um nenhum Rabi colocar uma criança no seu colo, foi uma atitude inesperada que causou alegria na criançada. Esse era Jesus que verdadeiramente transformou as estruturas de seu tempo.
Minha mãe que sempre cuidou de mim me preparou um delicioso lanche cinco pães e dois peixes “minha mãe é muito exagerada”, sempre pensando que eu como igual a um elefante, mas sabe, é cuidado de mãe. Você entende né?
Peguei meu lanche e saí feliz de minha casa e logo me juntei a multidão que se reunia para ver e ouvir Jesus. Perto de Jesus a hora passava tão rápido que não vimos que já estava anoitecendo e chegando a hora de jantar , e pior estávamos longe de casa.
Como eu estava bem perto de Jesus, ouvi quando um de seus discípulos disse: Mestre despede a multidão para que comprem algo para comer. Ao que Jesus respondeu dêem vocês mesmo algo para eles, insistindo disse o discípulo: Mestre, não temos dinheiro. Disse Jesus: Ide e vede quantos pães tendes.
Ao ouvir isto meu coração disparou e em um impulso gritei: Eu, Eu, eu tenho Cinco pães e dois peixes, pensei se Jesus perguntou é porque algo extraordinário ele vai fazer e eu quero ser um agente de milagres. Eu sabia que para o milagre acontecer é necessário crer e ter uma atitude de fé. Eu renunciei aos cinco pães e dois peixes, pois acreditava no mestre que acolhia crianças.
O milagre aconteceu, Jesus tomou o meu lanche levantou em direção ao céu e orou a Deus, após os discípulos começaram a distribuir, e alimentaram mais de cinco mil pessoas e ainda sobraram doze cestos cheios.
Este dia foi inesquecível para mim, foi um dia especial. Eu fui um agente de milagres e através da minha atitude Jesus alimentou uma multidão, eu era apenas uma criança em meio à multidão, mas uma criança que ama Jesus e sabe que ELE faz milagres.
As crianças fazem parte do propósito de Deus.
Deus Abençoe as nossas crianças!!!!

Seminarista Lussandra de Matos Moreira

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Família: resgatando os fundamentos geradores de vida!

Gn 35. 1,15

A família é a instituição Divina e social mais antiga do mundo. Uma instituição social, porque é no seio da família que o processo de socialização se inicia: interação entre pais e filhos, entre irmãos e avós. É a partir da família que o desenvolvemos a nossa crença, a nossa personalidade, o nosso caráter. É uma instituição divina, porque foi criada por Deus (Gn 2.18). Na família podemos ver com clareza os planos de Deus para a humanidade. Atualmente esta instituição está em crise, e até o conceito tradicional de família foi transformado. Milhares de casais estão se divorciando, lares são sacudidos pela violência de palavras e de maus tratos. Para o mundo a família é um projeto falido, para Deus é um projeto a ser restaurando, para isso precisamos resgatar valores que façam gerar vidas no seio familiar.

Em gênesis 34. 25, 31 vemos a família de Jacó passando por um momento de crise que resultaria em sua destruição. Os seus filhos Simeão e Levi destruíram Siquém e juntamente com seus irmãos roubaram tudo que havia de valor ali (27,29), temia Jacó a vingança dos povos vizinhos (30) e em conseqüência a destruição de sua família. A seguir no capítulo 35 percebemos três valores presentes na família de Jacó que resultaram em vida. São valores que precisam ser resgatados pela família em pleno séc. XXI.

· Deus: O Sumo sacerdote da família (v 1): A família abençoada é aquela que faz do Senhor o seu fundamento(Sl 127.1). Percebemos que vem de Deus a ordenança a Jacó “Disse Deus a Jacó”. Deus deve ser prioridade para a família. Fazer do lar um altar de adoração (culto no lar), permanecer em sua presença e pautar os seus de acordo com a sua palavra. Depender de Deus e obedecer a sua voz.

· Marido: sacerdote da Família (v.1, 3): Percebemos Deus se dirigindo a Jacó, o chefe da família. Deus não se dirige aos filhos ou a esposa, mas ao pai, que têm a responsabilidade de ensinar, orientar, aconselhar e exortar. Atualmente os pais se esqueceram de sua responsabilidade, e transferiram para a escola secular ou Dominical, as babás, aos avôs, aos tios, vizinhos ou mesmo para as amizades. Precisamos regatar este valor, pai você é o sacerdote do lar, foi você quem Deus colocou como cabeça sobre a sua família. Mãe se você tem sido pai e mãe de sua família a responsabilidade é sua.

· Família: submissa ao marido (v.4, 5): A família de Jacó entendia que eram direcionados por Deus e que Deus se dirigia a seu pai o sacerdote de sua família. Diante da orientação do pai e reconhecendo sua responsabilidade se prontificaram a renunciar aos ídolos e aos amuletos e subiram a Betel para adorar o Senhor.

No versículo 5 algo extraordinário aconteceu, enquanto seguiam para Betel, o terror de Deus foi sobre as cidades vizinhas, e eles não seguiram a família de Jacó para destrui-la, pois esta seguia valores que conduzem a família para a vida. Como os povos desejava destruir a família de Jacó, atualmente os valores presentes no mundo tentam destruir a família. Compete a nós servos(as) resgatar estes valores, e seguir com a certeza de que Deus estará nos protegendo.

Seminarista Lussandra de Matos Moreira